Recordo-me muito de minha infância e adolescência, que foram ótimos, embora na adolescência ter sofrido um bocado "crise de identidade". Mas, na casa onde residi, com meus pais e irmãos, era muito bom, em Criciúma, Santa Catarina, Brasil. Tenho somente recordações boas, pois foi onde brinquei muito, trabalhei um pouco e estudei muito. Apanhei de pai, mãe e irmãos, mas era merecido, e, nunca fiquei com raiva por eles terem me batido, a raiva durava no máximo uma semana. Esta onda de não apanhar hoje, faz com que as crianças não tenham limites. Duas coisas puxei de meus pais: honestidade e cabeça livre. Mas, somente aos 30 anos foi que encontrei a minha vida pessoal, mas paguei um preço muito caro, a ausência de meus filhos Mila, Gabriel e Tiago (vivo em constante saudade deles), devido ter me divorciado. Saudades dos vizinhos: Jorge Dagostim, Domerval, Bete, Salete e Léia Alexandre, Doro Zapelini, Dona Dília (uma senhora que lavava roupa para minha mãe), Edgar e Edélcio Machado, Beto Campos, Miro Preiss, Tolé, Márcio Campos, Pedrinho, e outros que não me recordo no momento, mas lembro sempre deles. Comi direto da árvore, muita vergamota, carambola, laranja lima, pitanga, uva, ameixa, pêssego, pera, maça, romã, mas não gostava de fruta do conde e na horta comia couve flor, cenoura e rabanete.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
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